Várias empresas espanholas decidiram abandonar a gestão de grande parte dos hotéis em Cuba. A medida evidencia o colapso econômico que o país enfrenta, apesar de décadas de investimento estrangeiro no setor turístico.
Por mais de três décadas, as cadeias espanholas desempenharam papel fundamental no desenvolvimento turístico de Cuba. A abertura de hotéis gerenciados por grupos como Meliá, Iberostar ou Barceló permitiu à ilha modernizar sua infraestrutura hoteleira e se consolidar como destino internacional.
A recente decisão de várias empresas espanholas de se retirar da gestão de grande parte dos hotéis aponta para o colapso que o país vivencia. A saída das companhias sinaliza a urgência de mudanças no regime cubano.

