O Brasil enfrenta o risco de ter produtos submetidos a tarifas de até 37,5% no mercado americano. Essa medida decorre de duas ondas de investidas tarifárias dos Estados Unidos, uma por práticas comerciais e outra por acusações de trabalho forçado.
As taxas elevadas incidem sobre produtos brasileiros após investigações específicas sobre práticas comerciais do país. A segunda onda de tarifas baseia-se em acusações de uso de trabalho forçado direcionadas a 60 nações.
Apesar do impacto das medidas, a economia brasileira demonstra capacidade de adaptação. Existem duas vias de escape que estão sendo exploradas para mitigar os efeitos dessas novas tarifas impostas pelos Estados Unidos.

