Autoridades regionais comentaram sobre o calor excessivo em escolas, sugerindo que alunos utilizem leques em 2017, enquanto protestos persistem contra temperaturas acima de 30 graus.
Em junho de 2017, durante uma onda de calor, um conselheiro de saúde da região afirmou que o ar condicionado não resolve o problema. Na ocasião, ele disse que “Pueden llevar abanicos. Hacer un abanico puede ser una terapia ocupacional muy importante”, referindo-se à prática de usar leques.
Atualmente, famílias, docentes e sindicatos continuam manifestando-se. Os alunos dão aula com temperaturas superiores a 30 graus, e as jornadas se tornam mais quentes anualmente. A comunidade já reconheceu o calor como um “risco para a saúde”.
Na última década, outros conselheiros do governo autonômico responderam ao problema com ironia. Um deles, responsável pelo departamento de Cultura, tratou o calor como “fuente de inspiración”, frase que causou revolta entre pais e professores.


