Três fundos de investimento em inteligência artificial se destacam no mercado, impulsionados pela projeção de gastos anuais em capital de tecnologia de até 1,6 trilhão de dólares até 2031, segundo modelos do Goldman Sachs. Os fundos, como o BAI, ARTY e IVES, adotam estratégias distintas para capturar o crescimento da infraestrutura de IA.
O crescimento do investimento em IA é sustentado por projeções de gastos de até 765 bilhões de dólares em 2026, que devem atingir 1,6 trilhão de dólares até 2031, conforme modelos do Goldman Sachs. Pesquisas independentes estimam que apenas Microsoft, Amazon e Alphabet gastarão entre 690 bilhões e 700 bilhões de dólares em infraestrutura de IA em 2026, com cerca de 75% desse capital voltado para cargas de trabalho de IA.
O iShares A.I. Innovation and Tech Active ETF (BAI) representa a gestão ativa concentrada, com alta de cerca de 35% no ano até a data. O ARTY, tecnicamente passivo, segue um índice temático focado na cadeia de suprimentos de IA, apresentando alta de cerca de 32%. O IVES, por sua vez, é um fundo baseado na convicção de um analista de Wall Street.
O BAI concentra posições em líderes de infraestrutura, como NVIDIA e Broadcom, mas também inclui empresas de segundo nível, como Celestica e Fabrinet, que fornecem hardware para IA. O ARTY foca em fornecedores de semicondutores e serviços de nuvem, como AMD e CoreWeave. O IVES, com taxa de despesa mais alta, reflete a tese de um analista, incluindo empresas de software e geração de energia.


