Um ex-ministro criticou a decisão do gabinete de realocar pastas governamentais, alegando que a agenda de minorias étnicas foi direcionada ao setor de cultura. A mudança, que foi confirmada pela chefe do gabinete, gerou questionamentos sobre a capacidade de atendimento das demandas.
O ex-ministro Jurečka contestou o presidente, afirmando que este não apresentou dados antes de anunciar as alterações. Ele classificou a realocação da área de minorias como “bizarra”. Segundo Jurečka, em países desenvolvidos, o gabinete do governo atua como órgão coordenador forte, capaz de impor consensos entre os ministérios.
Em contrapartida, o atual chefe do setor de trabalho declarou que as questões necessárias serão entregues às partes interessadas de forma mais direta. Ele explicou que a economia e a eficiência residem no fato de que o suporte técnico já existe nos ministérios, permitindo que os novos servidores se apoiem nesse conhecimento.
O presidente do governo defendeu as alterações, dizendo que elas levarão à eficiência e que o financiamento das políticas não está ameaçado. Ele afirmou que as conselhas permanecem e que os ministros passarão a participar dos encontros das conselhas.
Um opositor, ex-ministro da cultura, alertou que a realocação da agenda de minorias no setor de cultura pode levar à marginalização do tema. Ele considerou a mudança “muito perigosa”, pois o setor de cultura possui capacidade limitada para tratar dessas questões com atenção plena.


