Um homem americano foi condenado à prisão perpétua após matar sua filha de oito meses em Califórnia, em julho de dois mil e vinte. Ele levou o corpo da criança a um quartel de bombeiros, alegando que ela havia perdido a consciência sem motivo aparente.
A investigação subsequente revelou que a menina sofreu um forte golpe na cabeça, o que causou hemorragia cerebral e deslocamento do cérebro, conforme atestado por peritos judiciais. Médicos constataram hematomas no rosto da criança em formato de mão adulta.
As autoridades policiais descobriram que o homem agrediava a parceira e outros dois filhos em ocasiões anteriores. Por isso, ele havia sido proibido de se aproximar dos filhos sem a supervisão da mãe. O homem foi convencido a levar a criança para uma festa familiar no dia do incidente.
O veredito do tribunal americano foi de prisão perpétua. Um parente da criança declarou ao tribunal que ela era uma filha amada que tinha um futuro pela frente. O promotor afirmou que o caso demonstra a brutalidade dos crimes, mas garantiu que o homem não prejudicará mais ninguém.

