O projeto de laicização do governo espanhol não avançou integralmente após oito anos de negociações com bispos. Em dois de junho de dois mil e dezoito, um presidente tomou posse sem símbolos religiosos, marcando um gesto aconfesional.
O presidente havia estabelecido objetivos laicistas ambiciosos. Nos dois anos anteriores, ele se comprometeu a fazer a Igreja pagar o Imposto sobre Bens Imóveis (IBI) e a se autofinanciar. Além disso, o plano visava retirar a religião do horário escolar.
Outras metas incluíam suprimir a referência à instituição católica na Constituição e denunciar os acordos firmados com o Vaticano. O gesto inicial, que ocorreu em La Moncloa, gerou preocupação entre os bispos.

