A seleção brasileira venceu o Egito por 2 a 1 em um amistoso realizado em Cleveland, EUA, que serviu como último teste antes da Copa do Mundo. O desempenho do meio-campo foi elogiado, e Endrick correspondeu às expectativas, mas a lesão precoce de Wesley gerou grande preocupação para a estreia.
A comissão técnica, liderada por Carlo Ancelotti, avaliou o desempenho da equipe. O meio-campo demonstrou boa movimentação, com trocas de passe rápidas e bolas verticais. Bruno Guimarães se destacou, distribuindo jogadas e abrindo o placar aos 6 minutos da primeira etapa. O ataque também teve bom desempenho, com Vini Jr. participativo, embora tenha falhado em escolhas dentro da área.
O principal ponto de atenção foi a saída de Wesley, que sentiu dores na virilha esquerda após 15 minutos de jogo. O lateral-direito foi substituído e será submetido a ressonância. A comissão tem prazo até sexta-feira para substituir um jogador de linha por lesão. A perda precoce do jogador condicionou o desempenho inicial do Brasil.
Na zaga, Ibañez foi apontado como destaque, mostrando atenção e salvando companheiros. Em contrapartida, Marquinhos foi criticado por recuar e entregar a bola em espaços vazios. No ataque, Endrick marcou o segundo gol na etapa final, após uma roubada de bola, e demonstrou boa movimentação. Raphinha também melhorou sua participação ao ocupar espaço na esquerda.
As mudanças táticas deixaram o Brasil com um jogador a menos no meio-campo, mas Fabinho e Danilo Santos se saíram bem após o intervalo. A equipe demonstrou mais criatividade na primeira etapa, criando quatro grandes chances contra apenas uma na segunda, sugerindo que ajustes no esquema inicial são um caminho promissor para Ancelotti.


