O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou neste domingo, dia 7 de junho de 2026, que a aviação enfrenta problemas que nenhum país resolve sozinho. O político declarou isso na abertura da Assembleia Geral Anual da Iata, realizada no Rio de Janeiro, citando desafios como o custo do combustível e a escassez de mão de obra.
Alckmin mencionou que o governo do presidente Lula entende a aviação como política de Estado. Ele explicou que a dimensão do Brasil torna o voo uma necessidade, e não um luxo. O vice-presidente citou os resultados recentes do setor para mostrar a pujança da aviação nacional.
Em 2025, o Brasil transportou quase 130 milhões de passageiros em voos domésticos e internacionais. Em 2026, os dados de janeiro a abril mostraram 44,3 milhões de embarques, um aumento de 7,6% sobre o mesmo período de 2025. Os embarques domésticos somaram 33,7 milhões, e os internacionais, 10,6 milhões.
O vice-presidente também exaltou a Embraer, afirmando que a companhia é uma das poucas no mundo a fabricar, certificar e entregar aeronaves, ao lado de Boeing e Airbus. Alckmin declarou que o setor aeronáutico foi incluído como um dos setores estratégicos do país.


