Um indivíduo de 64 anos utilizou uma estratégia de planejamento previdenciário para escolher a pensão de vida única, que oferece maior rendimento mensal, e ainda garantir proteção financeira de **$720.000** para sua esposa.
Ao se preparar para a aposentadoria, o indivíduo enfrentou a escolha entre uma anuidade de vida única, que pagaria o maior valor mensal, ou uma anuidade conjunta-sobrevivente, que asseguraria parte do benefício à esposa em caso de falecimento. A opção de vida única previa **$4.800** mensais, enquanto a opção conjunta-sobrevivente reduzia o valor para $3.900.
Para manter a renda mais alta, o indivíduo optou pela pensão de vida única e direcionou a diferença de $900 mensais para a compra de uma apólice de seguro de vida, nomeando a esposa como beneficiária. Com esse recurso, foi possível adquirir cobertura de **$720.000**.
Essa abordagem permite que o indivíduo receba o valor maior sem renunciar à segurança financeira da esposa. Contudo, a estratégia depende de boa saúde para obter seguro acessível em idade avançada. Além disso, a decisão sobre a apólice deve ocorrer antes da escolha da pensão, pois as opções previdenciárias geralmente não podem ser alteradas após o início dos benefícios.

