A medicação Mounjaro se tornou popular na Praça dos Três Poderes, no Supremo Tribunal Federal, e causou alteração nos traços faciais de seus usuários. Essa mudança interferiu no sistema de reconhecimento facial da Corte, exigindo o recadastramento de muitos funcionários.
Funcionários do Supremo Tribunal Federal classificaram a situação como uma “reinicialização” do sistema de segurança. O medicamento, que se popularizou no ambiente institucional, teve sua indicação ampliada pela Anvisa em junho de 2025, passando do tratamento de diabetes para controle de peso em casos de obesidade ou sobrepeso associado a comorbidades.
A Lilly, fabricante do Mounjaro, registra alto faturamento com o produto. No primeiro trimestre de 2026, a empresa faturou US$ 8,7 bilhões apenas com a venda da medicação. O medicamento foi aprovado no Brasil no fim de 2023, inicialmente apenas para diabetes.
A disseminação do uso do Mounjaro no STF gerou a necessidade de ajustes operacionais no órgão, conforme relatos de veículos de comunicação que acompanharam o caso.

