Uma empresa no Rio de Janeiro é alvo de investigações por supostos golpes em pessoas influentes, sendo administrada por uma dupla apelidada de “Pink e Cérebro”. Paralelamente, agências reguladoras enfrentam problemas operacionais, como a ANTT no Piauí, e questões ambientais no setor de alumínio.
A empresa, identificada como BDN, é apontada por supostos esquemas fraudulentos no estado. As autoridades já receberam informes sobre a atuação da dupla. A advogada Ana Patrícia Dantas Leão, que atua no direito de família, criticou a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) por não oferecer apoio institucional em sua luta.
Em outro ponto, agências reguladoras enfrentam dificuldades. A ANTT parou as operações no Piauí, retendo centenas de caminhoneiros em Teresina. A agência precisa emitir o Código Identificador da Operação de Transporte, e a fiscalização eletrônica tem gerado multas a cada quatro minutos.
Questões ambientais e de fiscalização também surgem. O Ibama não respondeu a questionamentos sobre cocares apreendidos em operação coordenada por um fiscal em Brasília. No setor de latas de alumínio, empresas associadas à Abralatas investem em reuso de água, tratando cerca de 16 mil metros cúbicos de efluentes mensais e reaproveitando 76% da água.

