O fundo partidário, com mais de R$ 4,9 bilhões, supera o investimento do governo federal no Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que soma R$ 4,4 bilhões. Os recursos destinados aos partidos são significativamente maiores que o valor previsto para o programa de infraestrutura.
O montante destinado aos partidos políticos para as eleições deste ano é superior ao valor do Novo PAC, que soma R$ 4,4 bilhões. O fundo partidário poderia, por exemplo, adquirir cerca de 15.123 ambulâncias para Unidades de Suporte Básico e 10.425 para Unidades de Suporte Avançado (UTI móvel). Além disso, o valor excede os R$ 4,1 bilhões destinados pelo governo para a construção de 1.178 creches e escolas de educação infantil via PAC.
Em outra pauta, uma proposta para acabar com o auxílio-moradia de autoridades tramita no Senado há quase sete anos. A ideia, que conta com mais de 253 mil assinaturas, está na Comissão de Constituição de Justiça como PEC 222/19, aguardando a designação de um relator.
Em âmbito estadual, pesquisas apontam divergências políticas. Em Goiás, a pesquisa Numen Data indica que um candidato do PL lidera com 33,8%, enquanto Lula figura em terceiro com 26,7%. No Rio Grande do Sul, a pesquisa Brasmarket sugere que um pré-candidato do PL venceria o petista.


