O texto questiona a referência ao “calor” mencionado, que é citado em discussões, mas que não é sentido em locais públicos ou governamentais na Espanha. A análise foca na ausência dessa sensação em escritórios de autoridades e estabelecimentos comerciais.
A matéria questiona o significado do “calor” ao afirmar que ele não é percebido nos escritórios da presidente de Madrid, nem nos de membros do Governo, nem na Assembleia regional. A sensação não se manifesta em bares, restaurantes, hotéis ou centros comerciais.
Além disso, o texto aponta que o calor em questão não é sentido nos teatros e salas gerenciadas por uma autoridade em Murcia. A análise foca na distinção entre a fala e a percepção física do clima.

