Líderes de nações europeias, incluindo Emmanuel Macron, Friedrich Merz e Keir Starmer, juntamente com o presidente ucraniano, propuseram cinco pontos para um acordo de paz na Ucrânia. Os líderes defenderam que a linha de contato deve ser o ponto de partida para negociações e que fronteiras não devem mudar pela força.
Os líderes europeus condenaram o uso repetido de mísseis balísticos supersônicos russos e ataques de drones e mísseis contra alvos civis ucranianos. Eles reconheceram os avanços ucranianos no campo de batalha, onde território antes ocupado pela Rússia foi libertado, e o uso de tecnologia de drones pela Ucrânia. Os líderes afirmaram que a Europa deve ter um papel importante em eventuais negociações de paz, em estreita colaboração com a Ucrânia, países europeus e os Estados Unidos.
Os cinco pontos propostos incluem o cessar-fogo total e o reconhecimento de um armistício entre as partes. Outro ponto é que, após o armistício, a Ucrânia deve receber garantias de segurança baseadas em compromissos de Berlim (dezembro de 2025) e Paris (janeiro deste ano), como o envio de forças multinacionais. Além disso, os ativos russos devem permanecer congelados até que Moscou encerre a guerra e compense os danos causados.
O presidente ucraniano declarou que a Rússia não vence no campo de batalha e que os ataques ucranianos limitam a capacidade russa de agredir. Contudo, ele enfatizou a necessidade de proteção contra ameaças balísticas. Em resposta a questionamentos sobre encontros, Putin disse que ‘não vejo sentido em encontrar. Primeiro precisamos encontrar uma solução’, pedindo que especialistas elaborem um plano antes de qualquer reunião.

