O Oriente Médio atravessa seu momento mais perigoso desde abril, com troca de mísseis entre Israel e Irã. O conflito se intensificou após o primeiro-ministro de Israel, Benjamín Netanyahu, realizar um ataque, apesar de Donald Trump ter pedido para que ele não o fizesse.
A escalada ocorreu após a Guarda Revolucionária do Irã estabelecer um ataque nos subúrbios de Beirute como linha vermelha, em meio a semanas de bombardeios israelenses no Líbano. O resultado da troca de fogo incluiu 11 mísseis iranianos contra Israel, sendo os primeiros em dois meses.
Donald Trump afirmou que exigiria de Netanyahu, que enfrenta eleições em quatro meses, que não tomasse represálias. Contudo, a Força Aérea de Israel bombardeou o Irã na madrugada. A milícia hutí se somou ao conflito com um míssil, acionando alarmes antiaéreos em Tel Aviv e Jerusalém.
Israel suspendeu, até novo aviso, a entrada de ajuda humanitária em Gaza. A região vive um cenário de alta instabilidade com o envolvimento de múltiplos atores.


