Uma mulher de 38 anos faleceu na UTI do Hospital Geral de Palmas, no Tocantins, na sexta-feira, 5 de junho. Ela enfrentava um tratamento de 12 anos para problemas hepáticos, evidenciando a demora do sistema público de saúde no fornecimento de transplantes.
A paciente, que fazia parte de uma comunidade evangélica local, havia compartilhado em redes sociais que, após 12 anos de tratamento, o fígado a levou a duas internações consecutivas. Ela mencionou que continuaria orando pelo processo de transplante.
No momento do colapso, a equipe médica tentou hemodiálise, mas o corpo não suportou o procedimento. A comunidade organizou correntes de oração em Palmas e Luzinópolis. A parceira da paciente confirmou o falecimento em nota curta, sem detalhar o ocorrido.
O caso levanta questionamentos sobre a fila de transplante no Brasil. A causa oficial da morte não foi confirmada publicamente, e a situação demonstra a dificuldade enfrentada por pacientes que aguardam órgãos no sistema público.


