A Seleção Brasileira de 2026 chega ao Mundial sem o status de favorita, com projeções estatísticas colocando o time na sexta posição entre os concorrentes. Contudo, um levantamento aponta que a maioria dos atletas convocados por Carlo Ancelotti possui convicções religiosas claras.
O desempenho da equipe é alvo de dúvidas, com simulações de supercomputador da Opta atribuindo ao Brasil apenas 6,6% de chance de conquistar o título. Enquanto isso, o economista alemão Joachim Klement prevê que o time será eliminado pelo Japão em uma zebra histórica. O futebol, como atividade, desafia previsões de algoritmos e especialistas.
Apesar das incertezas táticas, um levantamento da jornalista Tatiana Moura revelou que a esmagadora maioria dos convocados se declara evangélica. Entre os nomes citados estão Alisson, Ederson, Gabriel Magalhães, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá, Endrick, Neymar, Raphinha e Vinícius Júnior. Segundo a apuração, apenas um jogador se declarou católico, e outro se definiu como cristão.
A religiosidade se manifesta na rotina do grupo, com rodas de oração e agradecimentos após gols. O técnico Carlo Ancelotti é católico e conhecido por sua devoção a Padre Pio. A presença de fé tornou-se um elemento constante na identidade pública da Seleção Brasileira neste Mundial.


