Autoridades de saúde dos Estados Unidos, Canadá e México intensificaram os preparativos para monitorar ameaças sanitárias antes do início da Copa do Mundo de 2026. A competição, que começa em 11 de junho e será realizada em 16 cidades, foca em prevenir surtos de doenças infecciosas.
O sarampo figura entre as principais preocupações sanitárias devido à sua alta capacidade de transmissão. Especialistas apontam que o grande fluxo de visitantes internacionais e os deslocamentos constantes entre as cidades-sede podem facilitar a circulação do vírus. Este alerta ocorre após o registro de aumento de casos nos Estados Unidos, associado à queda nas taxas de vacinação em algumas regiões.
Além do sarampo, doenças respiratórias como Covid-19 e gripe estão sob monitoramento constante. Essas enfermidades têm alto potencial de disseminação em ambientes com grande concentração de pessoas, como aeroportos e estádios. A circulação simultânea de visitantes de diferentes países amplia os desafios para o rastreamento de casos.
Embora o Ebola esteja sob monitoramento, especialistas avaliam que o risco de transmissão durante o torneio é baixo, pois a doença requer contato direto com fluidos corporais. As cidades-sede reforçaram sistemas de vigilância, incluindo a análise de águas residuais, para identificar sinais de vírus e bactérias antes do aumento de diagnósticos clínicos.


