Um avô de bebê de um ano, que ficou preso no capô de um veículo após um atropelamento em Campina Grande, Paraíba, relatou que a família ainda sofre com o trauma seis meses após o ocorrido. A avó e a mãe da criança estão em acompanhamento psicológico e apresentam sintomas de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT).
O empresário Roberto Oliveira disse que a avó, que carregava a criança ao atravessar a faixa de pedestres, e a mãe da criança desenvolveram sintomas como crises de pânico. Segundo o laudo neuropsicológico, os sinais incluem medo intenso, ansiedade elevada, revivescência do trauma e evitação de locais movimentados.
O avô solicitou justiça para que a motorista não fique impune pelo acidente, que ocorreu em dezembro de 2025. Na ocasião, a condutora admitiu ter ingerido bebida alcoólica e foi presa em flagrante pela Polícia Civil.
A mulher foi liberada em audiência de custódia na época, pagou fiança e responde ao processo judicial na Paraíba. Sobre a saúde do bebê, o avô afirmou que, por ser jovem, não houve grandes repercussões na criança.

