Um bebê está internado em estado grave no Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, em Maricá, no Rio de Janeiro, após se afogar na piscina de sua residência. A Secretaria Municipal de Saúde informou que a criança recebe cuidados intensivos e monitoramento permanente de equipes médicas especializadas.
A Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (SOBRASA) aponta que o afogamento é a segunda causa de morte entre crianças de 1 a 4 anos. Segundo a organização, cerca de 50% desses casos ocorrem dentro de casa, podendo acontecer em piscinas, banheiras ou recipientes como baldes e cisternas.
O secretário geral da Sobrasa, Dr David Szpilman, indicou cinco medidas para prevenir o risco de afogamento em até 95% no ambiente doméstico. Entre elas, ele citou a supervisão constante, o esvaziamento de recipientes e a restrição de acesso a áreas de risco.
Para piscinas, a Sobrasa orienta que o cercamento tenha no mínimo 1,10m de altura, com barras verticais que impeçam escalada. O portão deve ser automático e abrir para fora. O Corpo de Bombeiros também reforça que a supervisão adulta é a principal forma de prevenção, recomendando ação rápida em caso de acidente.


