Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Votação simbólica esconde posições no Congresso Nacional
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Política

Votação simbólica esconde posições no Congresso Nacional

Carla Fernandes
Última atualização: 8 de junho de 2026 22:16
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A votação simbólica no Congresso Nacional tem sido usada como instrumento para diluir responsabilidades individuais de parlamentares em matérias de interesse público. O mecanismo, criado para agilizar deliberações consensuais, é banalizado para aprovar projetos sem registrar a posição política dos legisladores.

O rito da votação simbólica permite que o presidente da sessão pergunte aos parlamentares favoráveis que permaneçam sem registro individualizado dos votos. Embora o modelo tenha utilidade legítima em casos de amplo acordo, a prática se tornou dominante nas duas Casas legislativas. Na Câmara, em 2025 até novembro, ocorreram 420 votações simbólicas, contra 215 nominais. No Senado, em 2025, foram 126 votações simbólicas e apenas 25 nominais.

A flexibilização ocorre fora das hipóteses regimentais específicas, prevalecendo a margem de decisão da Presidência da sessão e das lideranças partidárias. Um exemplo é a minirreforma eleitoral, aprovada simbolicamente neste ano, que flexibiliza regras de prestação de contas de partidos e campanhas. A lógica da representação exige, contudo, que os eleitos assumam publicamente suas posições políticas.

A banalização desse expediente contraria o discurso de campanha, onde candidatos vocalizam posições sobre temas nacionais. O uso do voto simbólico permite a aprovação de projetos, a distribuição de benefícios internos e a preservação de interesses corporativos, diluindo o custo individual perante a opinião pública.

- Publicidade -
Ad imageAd image
TAGGED:Congresso NacionaldemocraciaLegislativoprestação de contastransparencia-politicavotação-simbólica
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Sagrada Família atinge recorde mundial com nova torre
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?