Um estudo da Fidelity de 2026 revelou que 23% dos americanos com contas de aposentadoria mantêm múltiplos saldos em planos antigos ou atuais. Essa fragmentação, segundo a pesquisa, causa perda de eficiência de investimento e dificulta o gerenciamento fiscal dos participantes.
O trabalhador americano médio passou por seis empregadores em sua carreira, e cada mudança gera uma conta de aposentadoria que exige acompanhamento. Os saldos médios de 401(k) apresentaram crescimento, atingindo US$ 146.400 no final de 2025, um aumento de 11% em relação ao ano anterior. Contudo, quando os ativos estão dispersos em vários planos antigos, a alocação real do participante difere da que ele imagina.
A pesquisa indicou que apenas 32% dos americanos com contas de aposentadoria transferiram um saldo anterior para um plano de trabalho atual, e 21% moveram um para uma IRA pessoal. A manutenção desses saldos antigos gera dois custos principais: a deriva de investimento, pois os produtos antigos não correspondem às opções atuais, e o aumento de taxas, visto que saldos menores podem permanecer em planos com taxas de despesa mais altas.
Além disso, a fragmentação prejudica o planejamento tributário. Apenas 12% dos americanos citaram a consolidação como parte de sua estratégia fiscal. A Fidelity afirmou que americanos com um plano de aposentadoria escrito são mais que o dobro de propensos a se sentir confiantes sobre suas perspectivas futuras.

