O julgamento sobre a contratação irregular de um familiar de presidente do governo, ocorrido na Audiencia Provincial de Badajoz, terminou após sete dias de vista oral. A sessão foi marcada por um breve confronto entre o advogado de defesa e o alto comando da UCO da Guarda Civil.
O processo investiga se um parente do presidente do governo foi contratado de forma irregular pela câmara municipal de Badajoz. O julgamento contou com a presença de 11 pessoas no banco dos réus, incluindo o político socialista e o familiar da autoridade.
O advogado de defesa questionou o tenente coronel, responsável pelas investigações da UCO, sobre a existência de correios mais relevantes. O objetivo era contestar a alegação de que o cargo de alta direção, concedido em 2017, estava pré-determinado para o indivíduo.
O tenente coronel respondeu à defesa, referindo-se aos relatórios do instituto armado, que incluíram a análise de milhares de correios eletrônicos na causa.

