O árbitro de futebol somali Omar Abdulkadir Artan afirmou nesta quarta-feira que a negativa de entrada nos Estados Unidos para a Copa do Mundo foi ‘destino’. Ele foi impedido pelo Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP) no fim de semana, apesar de ter sido eleito o árbitro africano do ano em 2025.
O governo do presidente dos EUA, Donald Trump, declarou na terça-feira que o país negou a entrada de Artan devido a ligações com ‘suspeitos de pertencerem a organizações terroristas’. Após chegar à capital da Somália, Mogadíscio, Artan falou com repórteres e exortou seus apoiadores a manterem a esperança no país.
Artan disse: “O que aconteceu, aconteceu, e foi destino. Sou grato pelo apoio que a Fifa me deu”. Ele reforçou a mensagem aos jovens somalis, afirmando que agora está em seu país e não deseja estar em outro lugar.
Um porta-voz da FIFA comunicou que Artan não participará do torneio, que será realizado nos Estados Unidos, México e Canadá. A notícia gerou decepção entre os torcedores somalis, que aguardavam a presença do profissional no evento.


