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Esportes

Fifa lamenta corte de árbitro somali por impedimento nos EUA

Carla Fernandes
Última atualização: 10 de junho de 2026 17:22
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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O presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarou nesta quarta-feira (10) que é “lamentável” a exclusão do árbitro somali Omar Artan da Copa do Mundo de futebol. A organização afirmou que não controla decisões migratórias dos países-sede, após Artan ter sido barrado de entrar nos Estados Unidos.

A Federação Internacional de Futebol (Fifa) confirmou que o oficial de arbitragem Omar Artan não poderá atuar na Copa do Mundo de 2026 após ter sua entrada nos Estados Unidos negada. A Fifa informou que não se envolve em processos de imigração dos países sedes, e a situação do árbitro não será alterada no momento, segundo a organização.

Em coletiva de imprensa na Cidade do México, um dia antes do início do torneio, Infantino reforçou que a organização esportiva não detém controle sobre governos ou forças policiais. Ele disse: “Estamos sempre tentando encontrar soluções, mas precisamos reconhecer que não somos os donos do mundo, que podem mandar em governos e forças policiais — somos uma organização esportiva”.

Artan, de 34 anos, fazia parte dos 52 árbitros selecionados para a edição do torneio, organizado pelo Canadá, México e Estados Unidos. Ele era um dos árbitros mais respeitados da África e seria o primeiro somali a apitar jogos da Copa do Mundo.

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TAGGED:arbitragemcopa do mundoEstados UnidosFIFAinfantinosomália
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