O presidente da Fifa, Gianni Infantino, foi retratado como fantoche de Donald Trump na capa do jornal francês L’Équipe. A publicação criticou as restrições migratórias impostas pelo governo americano durante a Copa do Mundo, citando casos de atletas e árbitros impedidos de entrar no país.
A reportagem francesa detalhou o caso de um árbitro somali, que passou cerca de 11 horas sendo interrogado por autoridades migratórias americanas e foi mantido em cela, impedindo sua entrada no país. Outros incidentes na competição incluíram a retenção de um atacante iraquiano por aproximadamente sete horas na imigração, além da deportação de um fotógrafo da delegação iraquiana.
A situação da equipe do Irã também gerou questionamentos. Inicialmente, os jogadores iranianos só poderiam entrar nos Estados Unidos nos dias de jogo, mas as autoridades americanas flexibilizaram a medida, permitindo a chegada um dia antes dos compromissos, segundo agência internacional.
A relação entre a Fifa e o presidente americano é antiga. Em dezembro do ano passado, a federação concedeu a Donald Trump um prêmio por seus esforços pela paz, premiação criada em 2025 por sugestão do político.


