Um relato pessoal descreve a busca por um tesouro supostamente escondido por jesuítas, próximo a São Luiz Gonzaga. A história foi contada por um parente em 1963, que forneceu indicações detalhadas sobre o local do achado.
O autor narra que o assunto de tesouros instigou-o desde jovem, citando lendas como a do Conde de Monte Cristo e dos Templários. Em 1963, um parente, Fredolino Kusler, informou sobre um tesouro da época dos jesuítas, que estaria enterrado em uma lagoa natural.
Segundo o relato, a indicação do tesouro era uma coxilha com um círculo de pedras de cerca de 15 metros de diâmetro. No centro desse círculo havia uma pedra talhada, que servia como mapa. No sopé da coxilha, no lado oeste, localizava-se a lagoa, estimada em cerca de 100 metros de diâmetro.
Impulsionados pela curiosidade, o autor e um grupo organizaram uma expedição. Eles viajaram em veículos e levaram equipamentos como pás, enxadas, cordas e mantimentos. Na tarde de uma sexta-feira, o grupo chegou ao local indicado e montou acampamento na beira do mato, preparando-se para a busca.

