Com o início da Copa do Mundo de 2026 nesta quinta-feira (11), os pré-candidatos à Presidência da República concentram esforços em suas estratégias, enquanto a disputa política aguarda um período de maior intensidade após o torneio.
As principais pré-campanhas ligadas à direita avaliam que a corrida eleitoral só terá intensidade total após a Copa, momento em que se espera o início dos debates e a definição das chapas vice-presidenciais. Apesar disso, os grupos precisam manter a visibilidade para evitar o esfriamento das candidaturas.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) utiliza o período do Mundial como um respiro, após pesquisas indicarem perda de apoio entre o eleitorado independente e de centro. Enquanto isso, outros nomes da direita buscam espaço. O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), foca em apresentar seu plano de governo de forma fatiada, iniciando por propostas de segurança pública, com divulgação prevista para o final do mês.
Para o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o desafio é aumentar o reconhecimento nacional e a clareza de suas propostas, já que o eleitor demonstra dificuldade em diferenciar os candidatos de direita. Renan Santos (Missão) trabalha para converter o engajamento nas redes sociais em votos, apesar da infraestrutura partidária limitada.

