Os contratos de mini-índice (WINM26) fecharam em 10 de junho com queda de 0,82%, atingindo 168.750 pontos. A baixa sinaliza a retomada do fluxo vendedor, impulsionada pela cautela dos investidores frente à inflação americana e às tensões no Oriente Médio.
A última sessão foi marcada pela influência do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos Estados Unidos, que manteve-se elevado, e pela ausência de avanços nas negociações entre EUA e Irã, o que pressionou os mercados globais. No Brasil, o Ibovespa também recuou, sob pressão de ações como Vale e do setor financeiro, devido a discussões sobre tarifas americanas e juros altos.
Em análise técnica, o gráfico de 15 minutos mostra o mini-índice abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Para a continuidade da pressão baixista, os analistas acompanham o suporte em 168.650/168.390 pontos. A perda dessa faixa pode levar a testes em 167.980/167.620 pontos.
No gráfico diário, a estrutura permanece baixista, com o ativo negociando abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Apesar disso, o Índice de Força Relativa (IFR) recuou para 28,48 pontos, indicando sobrevenda, o que pode gerar repiques técnicos, embora qualquer recuperação seja vista como corretiva.


