Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Medo da radiação afasta pacientes de exames vitais
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Notícias

Medo da radiação afasta pacientes de exames vitais

Carla Fernandes
Última atualização: 11 de junho de 2026 05:58
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

O receio da exposição à radiação impede que pacientes realizem exames de imagem cruciais para o diagnóstico e acompanhamento de doenças. O medo, ligado a eventos catastróficos passados, contrasta com a evolução tecnológica que permite procedimentos mais seguros.

A medicina moderna utiliza exames de imagem para rastreio e diagnóstico, mas o receio da radiação afeta muitos pacientes. O Sistema Único de Saúde (SUS) realiza anualmente mais de 100 milhões de exames com radiação ionizante, totalizando 168 milhões na rede privada, segundo mapeamento do Atlas da Radiologia no Brasil.

A tecnologia avançou significativamente. Equipamentos atuais produzem imagens precisas com doses menores que as antigas. Hoje, os aparelhos utilizam algoritmos que ajustam a dose com base na anatomia do paciente, seguindo o princípio ALARA, que determina que a dose seja “tão baixa quanto racionalmente exequível”.

Protocolos de proteção também evoluíram. Nenhum exame com radiação pode ser realizado sem justificativa médica que comprove que o benefício do diagnóstico supera o risco. Para crianças, a dose é drasticamente reduzida devido à maior sensibilidade celular. Além disso, ultrassonografia e ressonância magnética não utilizam radiação, oferecendo alternativas sem risco.

- Publicidade -
Ad imageAd image
TAGGED:diagnósticoexamesRadiaçãoradiologiasaúdetecnologia médica
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Escola infantil em Madrid sofre com praga de baratas
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?