Um analista de Wall Street estabeleceu meta de preço de US$ 1.750 para a Micron, enquanto o consenso de mercado aponta para um valor inferior, refletindo a incerteza sobre o futuro do setor de semicondutores.
A projeção de US$ 1.750, feita por um analista, implica que as ações precisariam dobrar a partir do patamar atual, abaixo de US$ 900. Esse valor é considerado um extremo, visto que a meta de consenso de analistas para os próximos três meses é de US$ 939, valor que já está abaixo do preço de negociação.
Os resultados recentes da Micron mostraram forte desempenho: a receita fiscal do segundo trimestre de 2026 atingiu US$ 23,86 bilhões, superando a expectativa de US$ 19,51 bilhões em 22,28%. Além disso, a empresa projetou receita de US$ 33,50 bilhões e lucro não-GAAP por ação de US$ 19,15 para o terceiro trimestre fiscal.
O CEO da Micron, Sanjay Mehrotra, declarou que, na era da IA, a memória se tornou um ativo estratégico para os clientes. A empresa também aprovou um aumento de 30% no dividendo, chegando a US$ 0,15 por ação, e anunciou US$ 650 milhões em recompras de ações no primeiro semestre fiscal.


