O presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarou que não se arrepende de ter os Estados Unidos como co-anfitriões da Copa do Mundo. O dirigente também explicou que a entidade tentou resolver a situação de um árbitro africano que teve a entrada negada no aeroporto de Miami.
Infantino afirmou que a Fifa buscou conversar e resolver o impedimento de um árbitro africano pelo governo dos EUA. O dirigente disse que a organização esportiva não controla governos ou forças policiais, mas sempre tenta encontrar soluções. Ele comentou que “não se arrepende de nada” sobre a parceria com os EUA.
O árbitro, considerado o melhor de 2025, teve sua entrada negada em 8 de junho de 2026, mesmo portando passaporte diplomático e visto americano. Infantino demonstrou alinhamento com a administração norte-americana, dizendo que o envolvimento direto da Casa Branca foi essencial para a realização do torneio.
Sobre os custos, o presidente da Fifa justificou os preços dos ingressos, afirmando que os valores praticados são menores que os cobrados em playoffs de ligas esportivas norte-americanas. Ele explicou que o lucro da entidade é destinado ao investimento em academias de futebol em nações com menos recursos.


