Estabelecimentos comerciais estão reforçando a segurança após furtos de rótulos de garrafas de Coca-Cola. O ato visa obter as figurinhas promocionais do álbum da Copa do Mundo, o que impede a venda dos produtos por falta de código de barras.
A ação promocional, realizada em parceria com a Panini, oferece um cromo dentro das garrafas pet de Coca-Cola para colecionadores. No entanto, o ato de subtrair apenas os rótulos tem sido observado em diversas redes de comércio.
A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) informou que o setor adota medidas preventivas, como o reforço no monitoramento das áreas de exposição, para reduzir os casos. A empresa de bebidas orienta que os consumidores não adquiram produtos com sinais de violação e que os estabelecimentos podem acionar a companhia para a substituição dos itens afetados.
A Coca-Cola declarou não compactuar com a retirada indevida de materiais promocionais, mas afirmou que a situação não representa uma preocupação para a empresa. Legalmente, o roubo de rótulos pode ser enquadrado como furto simples, previsto no artigo 155 do Código Penal, com pena de reclusão de 1 a 4 anos e multa.

