A tese de que a geração Z, composta por jovens de 14 a 29 anos, possui traços conservadores se expandiu de observações feitas nos Estados Unidos para outros países, incluindo o Brasil. A análise se baseia em traços demográficos da preferência partidária.
A ideia de que os jovens da geração Z são conservadores começou com a observação de padrões demográficos de preferência partidária nos Estados Unidos. A partir desse ponto, a análise se ampliou para outros aspectos sociais e foi observada em diferentes nações.
Essa observação sobre a tendência ideológica foi notada em outros países, como o Brasil. O estudo foca nos traços demográficos que influenciam a escolha partidária dos jovens.

