Os Estados Unidos estão implementando medidas de segurança inéditas para sediar 78 dos 104 jogos da Copa do Mundo de 2026, que começou nesta quinta-feira na Cidade do México. O país, que sediará o torneio em onze cidades, destinou mais de um bilhão de dólares para garantir a proteção dos eventos.
Andrew Giuliani, chefe da equipe da Casa Branca responsável pela organização, classificou o desafio logístico como “um quebra-cabeça incrível”. O torneio, que abrange quase quarenta seleções, exige um aparato de segurança que o dirigente comparou a “78 Super Bowls em 38 dias”.
O secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, garantiu que as partidas seriam seguras, mas alertou que “não podemos controlar um lobo solitário”. O investimento de mais de um bilhão de dólares cobrirá reforço policial e operações antidrone, sendo metade do valor destinado a essa frente.
As autoridades locais ganharam poderes para interceptar drones, e dezenas de policiais receberam treinamento especializado do FBI. Os serviços de inteligência monitoram o evento até o gol final em 19 de julho, embora nenhuma ameaça crível tenha sido identificada, segundo o coordenador da Casa Branca.

