A FIFA investe cerca de US$ 3,8 bilhões em um experimento inédito para a Copa do Mundo de 2026. O montante será usado para padronizar gramados naturais em 16 estádios na América do Norte, visando uniformidade técnica em todos os jogos.
A entidade busca garantir que o comportamento da bola seja idêntico em qualquer arena, independentemente do país ou do estádio. Para isso, engenheiros e cientistas desenvolvem sistemas de campos sob medida, controlando variáveis como quique, velocidade de rolagem, drenagem e umidade do solo.
A complexidade aumenta porque o torneio será realizado em três nações: Estados Unidos, México e Canadá. A FIFA precisa manter um padrão único de qualidade em contextos climáticos e estruturais distintos, exigindo que as superfícies sejam naturais ou híbridas.
O gramado se tornou um ativo estratégico da competição, pois pequenas diferenças no campo alteram o ritmo de jogo. Segundo a entidade, o modelo pode servir de referência para futuros torneios, ampliando o controle técnico das partidas.

