O goleiro de 39 anos, natural de Rosario, Argentina, representa apenas o Equador. Ele explicou que a decisão de nacionalizar-se ocorreu após um terremoto de magnitude 7,8 na costa do país em 14 de abril de 2016.
O atleta relatou que, durante o evento sísmico, ele se dirigiu a um supermercado em Quito para comprar suprimentos. Ao chegar, descobriu que os estoques já haviam sido esgotados, o que o emocionou e o levou a decidir ser equatoriano.
O goleiro afirmou que sua trajetória profissional foi ‘raríssima’ e que seu vínculo com o Equador não é compreendido por pessoas na Argentina. Ele mencionou que sua carreira o colocou como protagonista em um time que conta com jogadores como Willian Pacho, Moisés Caicedo, Piero Hincapié e Pervis Estupiñán.
Sua estreia no segundo Mundial será contra a Costa do Marfim, marcada para o domingo à noite, com transmissão pela Dazn.

