Trabalhadores iniciaram a remoção do nome do ex-presidente dos Estados Unidos de uma parede externa do Kennedy Center na madrugada de sábado (13). A medida sucede o não cumprimento do prazo estabelecido por um juiz federal para a retirada da inscrição, após o centro solicitar mais tempo para executar a ordem judicial.
A determinação judicial exigia que o centro retirasse o nome do ex-presidente até o final do dia de sexta-feira (12), conforme fixado pelo juiz distrital Casey Cooper. Um tribunal de apelações manteve essa decisão, rejeitando um pedido de suspensão temporária da instituição. Os magistrados Gregory Katsas, Patricia Millett e Robert Wilkins solicitaram novos argumentos escritos sobre a suspensão da decisão de primeira instância.
Advogados do Departamento de Justiça, que representam o centro, alegaram que restaurar o nome original poderia gerar confusão pública ou comprometer doações privadas. O departamento citou que a retirada do nome poderia forçar a devolução de centenas de milhões de dólares a doadores.
A sinalização foi instalada em dezembro, após o conselho de administração aprovar a homenagem. A alteração motivou ações judiciais da família do centro. Enquanto a disputa segue, o centro deve cumprir integralmente a determinação judicial.

