A taxa básica de juros, definida pelo Copom, gera um dilema econômico: ela controla a inflação, mas também estagna a economia. A manutenção de juros elevados eleva o custo do crédito e pressiona as finanças públicas, segundo análise econômica.
A economia capitalista depende da dinâmica de empréstimo e investimento. Contudo, o alto custo do crédito, potencializado por impostos elevados, dificulta o lucro do empreendedor e afeta a oferta de bens no país. Dados da Receita Federal mostram que apenas 44% das indústrias e 43% dos comércios sobreviveram nos últimos dez anos.
A autora compara a gestão econômica a dirigir um carro, onde a taxa de juros atua como um freio de mão. Ela afirma que usar esse mecanismo para estagnar a economia, em vez de direcioná-la, pode levar à destruição do sistema no longo prazo.
Para combater a inflação, a análise sugere que o Estado deve cortar gastos e controlar o endividamento. A autora declara que, sem um ambiente amigável ao empreendedorismo e com a carga tributária alta, soltar os juros apenas descontrolará a inflação.

