Clubes de futebol estão investindo em neurociência para elevar a inteligência de jogo dos atletas. Essa capacidade, que envolve perceber espaços e adversários antes de receber a bola, diferencia jogadores talentosos dos superastros do esporte.
A inteligência de jogo, definida como a capacidade de antecipar movimentos e opções de passe, sempre foi considerada um talento natural no futebol. Essa habilidade cognitiva separa atletas fisicamente aptos dos jogadores de elite.
A imprensa aponta que um elenco com alto nível cognitivo comete menos falhas táticas, tornando-o muito difícil de ser superado. Exemplos citados incluem o atacante do Real Madrid e o centroavante do Bayern de Munique.

