O presidente dos Estados Unidos não compareceu à estreia da seleção americana na Copa do Mundo de 2026, realizada na sexta-feira (12), contra o Paraguai. A ausência gerou repercussão entre torcedores e analistas, sendo a representação oficial delegada ao secretário de Estado, Marco Rubio.
A decisão chamou atenção porque chefes de Estado dos países-sede costumam participar das cerimônias de abertura de Mundiais. Em edições passadas, líderes como o emir do Catar, em 2022, e o presidente russo, em 2018, estiveram presentes nos eventos inaugurais.
Nas redes sociais, torcedores criticaram a falta do presidente no jogo da seleção nacional. Aliados, contudo, apontaram a possibilidade de sua presença em partidas futuras. Andrew Giuliani, responsável pela força-tarefa da Copa do Mundo, disse a veículos de comunicação que a agenda presidencial é apertada, mas não descartou o envolvimento do presidente ao longo do torneio.
O episódio ocorre em meio a debates sobre a organização do Mundial nos Estados Unidos, que enfrenta questionamentos sobre o preço dos ingressos e políticas migratórias. Apesar da ausência na estreia, o presidente já demonstrou interesse pelo futebol, defendendo que o país adote o termo “football” para se referir ao esporte.

