Uma jovem morreu em Limeira, interior de São Paulo, no sábado (13), após participar de um salto de rope jump realizado por uma empresa sem a devida autorização. A vítima foi arremessada de uma altura de 40 metros na Ponte do Esqueleto, que é patrimônio da Secretaria de Patrimônio da União (SPU).
A SPU, ligada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), informou que a ponte, parte do trecho não implantado da antiga Rede Ferroviária Federal (RFFSA), não havia sido autorizada para atividades esportivas. A Secretaria declarou que o processo de incorporação da ponte ao patrimônio da SPU só foi autorizado em 2026.
Apesar disso, a SPU relatou que, desde 2024, solicitou apoio às prefeituras locais para bloquear o acesso à estrutura. A nota da Secretaria afirmou que é necessário “juntar esforços para evitar o acesso à ponte e coibir atividades ilegais”.
Após o acidente, três funcionários da empresa foram presos. A Justiça de São Paulo converteu a prisão em preventiva, citando negligência por parte da companhia. A jovem foi atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no local, mas faleceu devido a politraumatismo.

