A estética do cotidiano mudou drasticamente ao longo do tempo. O design, antes marcado por ornamentação complexa e cores vibrantes, migrou para um estilo minimalista focado na funcionalidade, gerando questionamentos sobre a perda de beleza.
Por séculos, a beleza era um pilar no design de móveis, prédios e objetos. As peças eram projetadas com dedicação artística, apresentando fachadas esculpidas e detalhes elaborados. No entanto, no início do século XX, a industrialização impôs a eficiência e o baixo custo como prioridades.
Movimentos como o Bauhaus impulsionaram uma nova visão, priorizando a funcionalidade, enquanto críticos como Adolf Loos questionavam o excesso de decoração. Hoje, o prático domina a estética, com linhas retas e formas geométricas simples substituindo os ornamentos passados.
Essa mudança sutil transformou o ambiente urbano em um mar de tons neutros, cinza e bege. Embora o minimalismo moderno tenha tornado o design mais acessível para alguns, outros apontam a perda de personalidade e vivacidade nos cenários e objetos.

