A Polícia Federal apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um relatório que aponta que o dono do Banco Master dava tratamento privilegiado a um senador. A investigação detalha que o empresário pagava viagens internacionais com hotéis de alto padrão ao parlamentar.
Segundo a PF, o empresário dava um tratamento diferenciado ao senador. Os investigadores relataram que o banqueiro chegava a custear viagens internacionais, utilizando hotéis de luxo, o que motivou a atenção das autoridades.
A relação entre os dois foi descrita pelos investigadores como “funcional e instrumental”. A apresentação da PF ao STF indicou que o vínculo pessoal derivou de uma relação profissional espúria, marcada por um mutualismo ilícito.

