A defesa do ex-presidente informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a pistola apreendida pela Polícia Militar do Distrito Federal pertence ao ex-chefe do Executivo. A manifestação, enviada a Alexandre de Moraes, esclarece que o armamento estava sem uma peça essencial para o disparo.
Os advogados sustentam que a remoção do percussor ocorreu preventivamente, sem conhecimento prévio do ex-presidente. A medida, segundo a versão apresentada, foi adotada devido ao estado de saúde do ex-presidente, que faz uso de medicamentos psiquiátricos que podem afetar sua cognição.
A defesa relatou que o ex-presidente percebeu um problema mecânico ao manusear a pistola. O armamento foi entregue a um segundo-sargento do Exército para análise técnica e reparo, visando verificar o mau funcionamento. Os advogados afirmaram que a posse da arma não configura descumprimento de medidas judiciais impostas.

