Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Pesquisadores encontram pinturas rupestres no Alto Rio Negro
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
brasil

Pesquisadores encontram pinturas rupestres no Alto Rio Negro

Carla Fernandes
Última atualização: 17 de junho de 2026 19:30
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Pesquisadores identificaram o primeiro registro conhecido de pinturas rupestres na Terra Indígena Alto Rio Negro (Tiarn), no noroeste da Amazônia. O achado, localizado em sítios sagrados dos povos Baniwa e Koripako, é considerado um marco para entender a ocupação humana antiga na bacia amazônica brasileira.

A descoberta integra o projeto “Vozes da Amazônia Indígena”, coordenado pelo Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O trabalho de campo, realizado ao longo do primeiro ano, envolveu expedições na região do rio Içana, afluente do rio Negro, onde os sítios foram localizados.

Os pesquisadores afirmam que os locais são considerados sagrados pelas comunidades locais. Por decisão dos indígenas da Tiarn, o acesso aos sítios foi restrito aos participantes do projeto. Um integrante da equipe, Sidney Baniwa, disse que a comunidade não liberará o acesso a pesquisadores externos.

O arqueólogo Raoni Maranhão Valle comentou que o achado deve ser interpretado com cautela, evitando a ideia de “descoberta” no sentido colonial. Ele explicou que os pesquisadores são recebidos como aprendizes, com o objetivo de aplicar conhecimentos técnicos na defesa do território sagrado.

Os vestígios, que apresentam pigmentos vermelhos e amarelos, sugerem ocupações humanas antigas e contínuas. As hipóteses indicam que as pinturas podem ter sido produzidas entre **8.000 e 4.000 anos atrás**, reforçando o conhecimento sobre a diversidade gráfica pré-histórica na região.

TAGGED:alto-rio-negroAmazôniaarqueologiacultura-ancestralpinturas-rupestresPovos Indígenas
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Aliado de Paes é pré-candidato ao Senado e foi acusado de agressão
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?