O volume de dinheiro em circulação nos Estados Unidos é significativamente maior do que o que o cidadão médio possui em espécie. Em 2022, enquanto o indivíduo detinha 418 dólares em dinheiro vivo, havia 7.357 dólares em circulação por pessoa, segundo o ensaio de Oliver Bullough.
O ensaio de Oliver Bullough, especializado em esquemas financeiros, analisa a crescente atividade de branqueamento de capital. Ele aponta que a pujança dessa atividade se deve a dois fatores. Um é a globalização parcial, onde o dinheiro se move, mas a legislação permanece nacional ou regional.
O outro fator é a codícia, inerente à atividade. A dificuldade em mensurar o tamanho do branqueamento é notória. Em uma residência com quatro pessoas, por exemplo, estima-se que 27.756 dólares em espécie tenham desaparecido, sendo 80% em notas de 100 dólares, que são pouco vistas.

