A questão migratória deve ser o foco do debate na Assembleia de Madrid nesta quinta-feira. O governo regional gerou polêmica ao exigir o cadastro (padrón) dos usuários do passe de transporte, um documento usado por muitos estrangeiros para comprovar residência na cidade.
A medida foi criticada pela oposição de esquerda e por organizações de direitos humanos, que a enquadram em políticas antimitigratórias. Contudo, a presidente Isabel Díaz Ayuso afirmou que a ação está totalmente dentro da legalidade.
O censo em Espanha é obrigatório para residentes que permanecem mais de seis meses na mesma cidade. As administrações utilizam esses dados para distribuir o orçamento, incluindo a concessão de auxílios sociais.

