A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), ligada à Fiocruz, restringirá o uso de ferramentas de inteligência artificial em atividades de ensino e pesquisa. A medida, formalizada por portaria e válida a partir de agosto, proíbe o uso de sistemas de IA para gerar análises, resultados ou conteúdos originais na instituição.
A restrição abrange o uso de sistemas de inteligência artificial em todo o âmbito acadêmico da ENSP. A nova regulamentação impede que tais ferramentas sejam empregadas na produção de análises, resultados de pesquisas, pareceres ou qualquer conteúdo considerado original dentro da instituição.
A portaria entra em vigor no mês de agosto. A iniciativa visa estabelecer diretrizes claras sobre a aplicação da tecnologia em ambientes de ensino e pesquisa, garantindo a integridade do trabalho científico realizado na Fiocruz.

